SAÚDE FINANCEIRA

201-1, 103-2, 103-3

A busca pelo aumento da eficiência operacional marcou o ano de 2018 para a Central Nacional Unimed. Sem contribuições externas, uma vez que a taxa de desemprego segue elevada e a atividade econômica enfraquecida, a cooperativa direcionou os melhores esforços para ganhar eficiência operacional. Com isso foi possível reduzir a sinistralidade em 2,4 pontos percentuais e elevou a eficiência dos gastos com despesas administrativas.

De acordo com a ANS, a CNU ocupa a sexta posição no ranking das maiores operadoras de saúde suplementar do país. Em dezembro do último ano, possuía 1.546.243 beneficiários, distribuídos por todo o território nacional, com destaque para as regiões metropolitanas de São Paulo/SP, Salvador/BA, Santo Antônio de Jesus/ BA, São Luís/MA e Brasília/DF, onde mantém, respectivamente, sua matriz e suas filiais.

Economia e o mercado de Saúde Suplementar

A economia brasileira teve uma recuperação mais lenta do que o previsto inicialmente. As projeções do mercado, capturadas pelo Banco Central, chegaram a apontar crescimento de 3,0% do PIB. Contudo, a taxa imposta pelos Estados Unidos ao aço brasileiro combinada com a greve dos caminhoneiros em maio, e as incertezas no campo eleitoral, conduziram o PIB brasileiro para um crescimento de 1,1%, em 2018.

Na esteira desse movimento, o mercado de trabalho não registrou melhora e a taxa de desemprego encerrou o ano em 12,0% da PEA (população economicamente ativa), o que afeta diretamente o mercado de saúde suplementar brasileiro. Em 2018, o número de beneficiários de planos de saúde avançou somente 0,4%, resultando em 47,38 milhões de pessoas.

SAÚDE FINANCEIRA

201-1, 103-2, 103-3

A busca pelo aumento da eficiência operacional marcou o ano de 2018 para a Central Nacional Unimed. Sem contribuições externas, uma vez que a taxa de desemprego segue elevada e a atividade econômica enfraquecida, a cooperativa direcionou os melhores esforços para ganhar eficiência operacional. Com isso foi possível reduzir a sinistralidade em 2,4 pontos percentuais e elevou a eficiência dos gastos com despesas administrativas.

De acordo com a ANS, a CNU ocupa a sexta posição no ranking das maiores operadoras de saúde suplementar do país. Em dezembro do último ano, possuía 1.546.243 beneficiários, distribuídos por todo o território nacional, com destaque para as regiões metropolitanas de São Paulo/SP, Salvador/BA, Santo Antônio de Jesus/ BA, São Luís/MA e Brasília/DF, onde mantém, respectivamente, sua matriz e suas filiais.

Economia e o mercado de Saúde Suplementar

A economia brasileira teve uma recuperação mais lenta do que o previsto inicialmente. As projeções do mercado, capturadas pelo Banco Central, chegaram a apontar crescimento de 3,0% do PIB. Contudo, a taxa imposta pelos Estados Unidos ao aço brasileiro combinada com a greve dos caminhoneiros em maio, e as incertezas no campo eleitoral, conduziram o PIB brasileiro para um crescimento de 1,1%, em 2018.

Na esteira desse movimento, o mercado de trabalho não registrou melhora e a taxa de desemprego encerrou o ano em 12,0% da PEA (população economicamente ativa), o que afeta diretamente o mercado de saúde suplementar brasileiro. Em 2018, o número de beneficiários de planos de saúde avançou somente 0,4%, resultando em 47,38 milhões de pessoas.